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Luiz Lima participa de encontro na Cidade do Samba e apresenta seu plano para o carnaval do Rio

Deputado federal ressaltou a força das escolas de samba para geração de emprego, e, principalmente, para a cultura do Rio de Janeiro

 

 

O candidato Luiz Lima (PSL) à Prefeitura do Rio de Janeiro esteve na Cidade do Samba, local que abriga os barracões das escolas de samba do Grupo Especial, para apresentar ao presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Jorge Castanheira, o seu plano para o setor cultural e o carnaval da cidade. Ele estava acompanhado do vice Fernando Veloso (PSD). O diretor de carnaval da Liga, Elmo José dos Santos, também participou do encontro.

Luiz Lima  falou sobre a importância do carnaval para a economia da cidade e destacou o papel cultural e social das escolas de samba.

“O samba é um grande investimento para o município. São muitas pessoas empregadas pelas escolas. E cada real investido, seja da iniciativa privada, dos hotéis, seja da Prefeitura, você tem o valor revertido cinco vezes para o município. É importante entender a importância do turista que vem para o Rio curtir o carnaval, porque parte do que ele gasta vai para a saúde, para a educação, para infraestrutura, para segurança. Além de valorizar a cultura, a gente está valorizando o bolso e o bem-estar dos cariocas. É inadmissível para mim alguém não perceber o quanto o samba, o futebol e o esporte como um todo são especiais”, analisou Luiz, que tem a construção da Cidade do Samba 2, com barracões para o Grupo de Acesso, como uma de suas propostas para o setor.

Luiz Lima ressaltou a força das escolas de samba para geração de emprego, e, principalmente, para a cultura do Rio de Janeiro.

“Cada escola de samba gera 200 empregos, o ano todo. Temos que fazer parcerias com as escolas e ter como contrapartida os projetos sociais e culturais que elas já desempenham nas suas comunidades, como no caso da Mangueira, da Portela, do Salgueiro, da Beija-Flor e outras. Então como é que o prefeito do Rio pode não gostar de carnaval? Veja o caso do Rock in Rio, em 2021, que vai movimentar 700 mil pessoas. Uma das saídas para o Rio no período pós-pandemia é realização de grandes eventos. Quando alguém fala em tirar recurso do carnaval, será que eu tenho que desenhar? Ora bolas, isso traz recurso para a cidade. O dinheiro que o turista gasta na cidade vai ajudar a financiar o salário do servidor, por exemplo, os 850 reais por mês que custa uma criança na escola… No entanto, o comportamento da atual administração em relação ao réveillon e aos três últimos carnavais – o de 2020, por exemplo, não contou com nenhum centavo da prefeitura às escolas de samba – revela uma absoluta incompreensão sobre a diferença entre gasto e investimento”.

Sobre o Carnaval 2021, Luiz Lima disse que não há tempo para que ele seja realizado em fevereiro, mas deu alternativas para o futuro.

“Vamos incentivar a realização de lives e eventos de música para que a data não passe em branco. Outro ponto importante é garantir assistência para os trabalhadores do universo das escolas de sambas e blocos, que estão sentindo no bolso as consequências da pandemia. São pessoas que dependem do funcionamento da indústria do carnaval. Penso também no carnaval fora de época, entre maio ou até julho de 2021, que é a época de férias, para que a gente possa festejar o fim da Covid-19 e retomar com força a presença dos turistas na nossa cidade. Defendo a valorização do carnaval, com incentivos ao Grupo Especial, aos Grupos de Acesso e blocos tradicionais, além da construção da Cidade do Samba 2, para o Grupo de Acesso. Passando a pandemia, temos que otimizar o Sambódromo para ele funcionar o inteiro, com restaurante temático e shows, e a Cidade do Samba também”.